quinta-feira, 30 de abril de 2026

Salmo responsorial Sl 78(79) - 03.05.2026


Domingo, 3 de Maio de 2026
5º Domingo da Páscoa, Ano A
Hoje, omite-se a Festa de Santos Filipe e Tiago, Apóstolos


Psalmus Responsorius, XXXII, I-II. IV-V. XVIII-XIX. XXII

I. Exsultate, iusti, in Domino; rectos decet collaudatio. (Psalmus XXXII, I)
1. Exultai no Senhor, vós que sois justos; aos retos convém o louvor, porque a alma íntegra encontra alegria na presença da verdade. (Salmo 33,1)

II. Confitemini Domino in cithara; in psalterio decem chordarum psallite ei. (Psalmus XXXII, II)
2. Dai graças ao Senhor com a cítara; com o saltério de dez cordas cantai para ele, para que toda a interioridade se harmonize com a fonte que a sustenta. (Salmo 33,2)

R. Fiat misericordia tua, Domine, super nos, quemadmodum speravimus in te. (Psalmus XXXII, XXII)
R. Faça-se, Senhor, a tua misericórdia sobre nós, assim como em ti esperamos. (Salmo 33,22)

IV. Quia rectum est verbum Domini, et omnia opera eius in fide. (Psalmus XXXII, IV)
4. Porque reta é a palavra do Senhor, e todas as suas obras se cumprem na fidelidade, sem ruptura e sem sombra de instabilidade. (Salmo 33,4)

V. Dilexit misericordiam et iudicium; misericordia Domini plena est terra. (Psalmus XXXII, V)
5. Ele ama a misericórdia e o juízo; a terra está cheia da misericórdia do Senhor, como um sopro constante que envolve toda criatura. (Salmo 33,5)

R. Fiat misericordia tua, Domine, super nos, quemadmodum speravimus in te. (Psalmus XXXII, XXII)
R. Faça-se, Senhor, a tua misericórdia sobre nós, assim como em ti esperamos. (Salmo 33,22)

XVIII. Ecce oculi Domini super metuentes eum, et in eis qui sperant super misericordia eius. (Psalmus XXXII, XVIII)
18. Eis que os olhos do Senhor estão sobre os que o temem e sobre os que esperam em sua misericórdia, pois nada se oculta à sua presença vigilante. (Salmo 33,18)

XIX. Ut eruat a morte animas eorum, et alat eos in fame. (Psalmus XXXII, XIX)
19. Para libertar da morte a sua alma e sustentá-los na fome, Ele conduz a existência até a sua fonte, onde o ser não se dissipa. (Salmo 33,19)

R. Fiat misericordia tua, Domine, super nos, quemadmodum speravimus in te. (Psalmus XXXII, XXII)
R. Faça-se, Senhor, a tua misericórdia sobre nós, assim como em ti esperamos. (Salmo 33,22)

XXII. Fiat misericordia tua, Domine, super nos, quemadmodum speravimus in te. (Psalmus XXXII, XXII)
22. Faça-se, Senhor, a tua misericórdia sobre nós, assim como em ti esperamos, para que a alma permaneça firme na confiança e encontre repouso na tua presença. (Salmo 33,22)

R. Fiat misericordia tua, Domine, super nos, quemadmodum speravimus in te. (Psalmus XXXII, XXII)
R. Faça-se, Senhor, a tua misericórdia sobre nós, assim como em ti esperamos. (Salmo 33,22)

Reflexão:

A alma que se aquieta reconhece a medida secreta do que permanece.
Não é o ruído do instante que governa o ser, mas a fidelidade ao essencial.
Quem se volta para o alto encontra ordem no interior e serenidade no agir.
A luz que vem do eterno não apressa, mas sustenta cada passo com firmeza.
Tudo o que é instável passa; o que está enraizado na verdade permanece.
O coração vigilante aprende a esperar sem dispersão e a agir sem tumulto.
Na pureza do olhar, até a escassez se torna passagem para a abundância interior.
E o ser, unido à origem, descobre descanso naquilo que nunca se ausenta.

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Salmo responsorial Sl 97(98) - 02.05.2026

Sábado, 2 de Maio de 2026
Santo Atanásio, bispo e doutor da Igreja, Memória

4ª Semana da Páscoa 


Psalmus XCVII, I, II–IIIab, IIIcd–IV

1
I Cantate Domino canticum novum, quia mirabilia fecit. Salvavit sibi dextera eius, et brachium sanctum eius. (Psalmus XCVII, I)
1 Cantai ao Senhor um cântico novo, pois Ele realizou maravilhas. Sua mão direita e seu braço santo trouxeram salvação, revelando a ação que sustenta o ser em sua origem. (Salmo 97,1)

R. IIIcd Viderunt omnes termini terrae salutare Dei nostri. (Psalmus XCVII, IIIcd)
R. 3c Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus, reconhecendo a presença que se manifesta em toda a criação. (Salmo 97,3c)

2
II Notum fecit Dominus salutare suum, in conspectu gentium revelavit iustitiam suam. (Psalmus XCVII, II)
2 O Senhor tornou conhecida a sua salvação e revelou sua justiça diante das nações, manifestando aquilo que sempre esteve presente e acessível ao ser. (Salmo 97,2)

III Recordatus est misericordiae suae, et veritatis suae domui Israel. (Psalmus XCVII, IIIab)
3a Recordou-se de sua misericórdia e de sua fidelidade à casa de Israel, indicando que a origem permanece constante e não se perde no tempo. (Salmo 97,3a)

R. IIIcd Viderunt omnes termini terrae salutare Dei nostri. (Psalmus XCVII, IIIcd)
R. 3c Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus, reconhecendo a presença que se manifesta em toda a criação. (Salmo 97,3c)

3
III Viderunt omnes termini terrae salutare Dei nostri. (Psalmus XCVII, IIIcd)
3c Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus, pois aquilo que é essencial se revela a todos que se abrem à sua presença. (Salmo 97,3c)

IV Iubilate Deo omnis terra, cantate, et exsultate, et psallite. (Psalmus XCVII, IV)
4 Exultai no Senhor, toda a terra; cantai, alegrai-vos e entoai louvores, pois a vida encontra sua plenitude quando reconhece a origem que a sustenta. (Salmo 97,4)

R. IIIcd Viderunt omnes termini terrae salutare Dei nostri. (Psalmus XCVII, IIIcd)
R. 3c Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus, reconhecendo a presença que se manifesta em toda a criação. (Salmo 97,3c)

4
III Viderunt omnes termini terrae salutare Dei nostri. (Psalmus XCVII, IIIcd)
3c Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus, reafirmando que a presença que sustenta tudo se revela sem limites. (Salmo 97,3c)

R. IIIcd Viderunt omnes termini terrae salutare Dei nostri. (Psalmus XCVII, IIIcd)
R. 3c Todos os confins da terra contemplaram a salvação do nosso Deus, reconhecendo a presença que se manifesta em toda a criação. (Salmo 97,3c)

Reflexão:
A manifestação do divino não se limita ao tempo passageiro.
A salvação se revela como presença constante.
O ser reconhece o que sempre esteve diante dele.
A verdade não se oculta àquele que se abre.
A plenitude se manifesta na interioridade desperta.
A alegria nasce do encontro com a origem.
O louvor expressa a harmonia do ser com o eterno.
Assim, tudo converge para aquilo que nunca se ausenta.

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quarta-feira, 29 de abril de 2026

Salmo responsorial Sl 2 - 01.05.2026

Sexta-feira, 1 de Maio de 2026

4ª Semana da Páscoa 


Psalmus II, VI–VII, VIII–IX, X–XI

1
VI Ego autem constitutus sum Rex ab eo super Sion montem sanctum eius, praedicans praeceptum eius. (Psalmus II, VI)
6 Eu fui estabelecido como Rei por Ele sobre Sião, seu monte santo, proclamando o desígnio que sustenta e ordena toda existência. (Salmo 2,6)

VII Dominus dixit ad me Filius meus es tu, ego hodie genui te. (Psalmus II, VII)
7 O Senhor disse-me Tu és meu Filho, hoje te gerei, revelando a origem sempre presente que continuamente dá vida ao ser. (Salmo 2,7)

R. VII Filius meus es tu, ego hodie genui te. (Psalmus II, VII)
R. 7 Tu és meu Filho, hoje te gerei. (Salmo 2,7)

2
VIII Postula a me, et dabo tibi gentes hereditatem tuam, et possessionem tuam terminos terrae. (Psalmus II, VIII)
8 Pede-me, e te darei as nações como herança e os confins da terra como posse, indicando a plenitude que se abre àquele que reconhece sua origem. (Salmo 2,8)

IX Reges eos in virga ferrea, et tamquam vas figuli confringes eos. (Psalmus II, IX)
9 Tu os regerás com cetro firme e os despedaçarás como vaso de argila, mostrando que toda forma transitória cede diante da ordem que não se altera. (Salmo 2,9)

R. VII Filius meus es tu, ego hodie genui te. (Psalmus II, VII)
R. 7 Tu és meu Filho, hoje te gerei. (Salmo 2,7)

3
X Et nunc, reges, intelligite; erudimini, qui iudicatis terram. (Psalmus II, X)
10 Agora, compreendei, vós que governais, deixai-vos instruir, pois a verdadeira sabedoria nasce do reconhecimento daquilo que é eterno. (Salmo 2,10)

XI Servite Domino in timore, et exsultate ei cum tremore. (Psalmus II, XI)
11 Servi ao Senhor com reverência e alegrai-vos nele com profundo respeito, pois a verdadeira exultação nasce da consciência alinhada com o princípio que sustenta tudo. (Salmo 2,11)

R. VII Filius meus es tu, ego hodie genui te. (Psalmus II, VII)
R. 7 Tu és meu Filho, hoje te gerei. (Salmo 2,7)

4
VII Dominus dixit ad me Filius meus es tu, ego hodie genui te. (Psalmus II, VII)
7 O Senhor disse-me Tu és meu Filho, hoje te gerei, reafirmando a origem contínua que sustenta o ser além de toda mudança. (Salmo 2,7)

R. VII Filius meus es tu, ego hodie genui te. (Psalmus II, VII)
R. 7 Tu és meu Filho, hoje te gerei. (Salmo 2,7)

Reflexão:
O que é gerado no eterno não se dissolve no tempo.
A origem não pertence ao passado, ela permanece ativa.
O ser encontra firmeza quando reconhece sua fonte.
Toda autoridade verdadeira nasce da consonância interior.
O transitório cede diante do que permanece.
A compreensão surge quando o ruído interior se aquieta.
A presença sustenta mais do que qualquer forma visível.
Assim, o ser permanece naquilo que nunca deixa de ser.

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segunda-feira, 27 de abril de 2026

Salmo responsorial Sl 88(89) - 30.04.2026

 

Quinta-feira, 30 de Abril de 2026
4ª Semana da Páscoa


Psalmus Responsorius, LXXXVIII, II-III, XXI-XXII, XXV et XXVII

1
Misericordias Domini in aeternum cantabo in generationem et generationem annuntiabo veritatem tuam in ore meo (Psalmus LXXXVIII, II)
2 Cantarei eternamente a misericórdia que sustenta o ser, e em cada geração a verdade se manifesta como presença que não se interrompe (Salmo 88,2)

Quoniam dixisti in aeternum misericordia aedificabitur in caelis praeparabitur veritas tua in eis (Psalmus LXXXVIII, III)
3 Pois aquilo que é eterno edifica-se como realidade constante, e a verdade permanece firmada além de toda mudança aparente (Salmo 88,3)

R. Misericordias Domini in aeternum cantabo (Psalmus LXXXVIII, II)
R. Cantarei eternamente a misericórdia do Senhor (Salmo 88,2)

2
Inveni David servum meum oleo sancto meo unxi eum (Psalmus LXXXVIII, XXI)
21 Encontrei aquele que corresponde ao chamado e o consagrei, pois a escolha revela uma ordem que procede da origem (Salmo 88,21)

Manus enim mea auxiliabitur ei et brachium meum confortabit eum (Psalmus LXXXVIII, XXII)
22 A força que sustenta não se afasta, e o amparo permanece como presença constante que firma o ser (Salmo 88,22)

R. Misericordias Domini in aeternum cantabo (Psalmus LXXXVIII, II)
R. Cantarei eternamente a misericórdia do Senhor (Salmo 88,2)

3
Et veritas mea et misericordia mea cum ipso et in nomine meo exaltabitur cornu eius (Psalmus LXXXVIII, XXV)
25 A verdade e a misericórdia permanecem unidas, e naquilo que procede da origem o ser se eleva em plenitude (Salmo 88,25)

R. Misericordias Domini in aeternum cantabo (Psalmus LXXXVIII, II)
R. Cantarei eternamente a misericórdia do Senhor (Salmo 88,2)

4
Ipse invocabit me Pater meus es tu Deus meus et susceptor salutis meae (Psalmus LXXXVIII, XXVII)
27 Ao reconhecer a origem como fonte, o ser encontra sustentação e permanece naquilo que o conduz à plenitude (Salmo 88,27)

R. Misericordias Domini in aeternum cantabo (Psalmus LXXXVIII, II)
R. Cantarei eternamente a misericórdia do Senhor (Salmo 88,2)

Reflexão:
A misericórdia não se limita ao tempo, mas revela uma presença que sustenta continuamente
O que é proclamado atravessa gerações sem perder sua essência
A verdade não se constrói, mas se reconhece naquilo que permanece
A escolha manifesta uma ordem que antecede qualquer realização visível
A força que sustenta não oscila, pois procede daquilo que é constante
O reconhecimento da origem conduz à estabilidade interior
A comunhão com o que permanece transforma a percepção da realidade
Assim, o ser encontra firmeza naquilo que jamais se interrompe

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domingo, 26 de abril de 2026

Salmo responsorial Sl 66(67) - 29.04.2026

Quarta-feira, 29 de Abril de 2026
Santa Catarina de Sena, virgem e doutora da Igreja, Memória
4ª Semana da Páscoa

 


Psalmus LXVI, II–III. V. VI et VIII (R. IV)

I
Deus misereatur nostri, et benedicat nobis; illuminet vultum suum super nos, et misereatur nostri. (Psalmus LXVI, II)
2 Que Deus nos envolva com sua presença e nos sustente, fazendo resplandecer sobre nós a luz que revela o que permanece além das variações (Salmo 66,2)

Ut cognoscamus in terra viam tuam, in omnibus gentibus salutare tuum. (Psalmus LXVI, III)
3 Para que o caminho seja reconhecido não como direção exterior, mas como manifestação daquilo que conduz o ser à sua plenitude em toda parte (Salmo 66,3)

R. Confiteantur tibi populi, Deus; confiteantur tibi populi omnes.
R. Que todos reconheçam em Ti a presença que sustenta tudo o que existe (Salmo 66,4)

II
Laetentur et exsultent gentes, quoniam iudicas populos in aequitate, et gentes in terra dirigis. (Psalmus LXVI, V)
5 Que haja alegria interior quando o discernimento se manifesta como medida justa, conduzindo todas as realidades ao seu lugar próprio (Salmo 66,5)

R. Confiteantur tibi populi, Deus; confiteantur tibi populi omnes.
R. Que todos reconheçam em Ti a presença que sustenta tudo o que existe (Salmo 66,4)

III
Confiteantur tibi populi, Deus; confiteantur tibi populi omnes. (Psalmus LXVI, VI)
6 Que toda expressão da vida se volte para reconhecer a fonte que permanece operante em tudo o que se manifesta (Salmo 66,6)

R. Confiteantur tibi populi, Deus; confiteantur tibi populi omnes.
R. Que todos reconheçam em Ti a presença que sustenta tudo o que existe (Salmo 66,4)

IV
Benedicat nos Deus, et metuant eum omnes fines terrae. (Psalmus LXVI, VIII)
8 Que a plenitude que nos alcança se estenda a todos os limites da existência, conduzindo cada realidade ao reconhecimento do que é eterno (Salmo 66,8)

R. Confiteantur tibi populi, Deus; confiteantur tibi populi omnes.
R. Que todos reconheçam em Ti a presença que sustenta tudo o que existe (Salmo 66,4)

Reflexão:
A luz que se derrama não escolhe lugares, mas revela o que já sustenta tudo.
O reconhecimento nasce quando o interior se torna disponível ao que permanece.
A alegria não depende das circunstâncias, mas da consonância com o que é estável.
O caminho não se impõe, ele se revela à consciência que acolhe.
Toda direção verdadeira surge de uma medida que não se altera.
O que se manifesta no tempo aponta para aquilo que não passa.
A plenitude não se constrói, ela se reconhece.
Assim, o ser encontra repouso naquilo que sempre esteve presente.

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sábado, 25 de abril de 2026

Salmo responsorial Sl 86(87) - 28.04.2026

Terça-feira, 28 de Abril de 2026

4ª Semana da Páscoa


Psalmus LXXXVI, I-III, IV-V, VI-VII

Responsorium ex Psalmo CXVI, I

I
Fundamenta eius in montibus sanctis Dominus diligit portas Sion super omnia tabernacula Iacob. (Psalmus LXXXVI, I-II)
1. O fundamento permanece no alto invisível, onde o ser encontra estabilidade além de toda oscilação, sustentado por aquilo que não se altera (Salmo 86, 1-2).

Gloriosa dicta sunt de te civitas Dei. (Psalmus LXXXVI, III)
2. Aquilo que procede do princípio eterno manifesta-se como realidade digna, reconhecida na interioridade que transcende o transitório (Salmo 86, 3).

R. Laudate Dominum omnes gentes laudate eum omnes populi. (Psalmus CXVI, I)
R. Louvai o Senhor, todas as nações, proclamai-o todos os povos, pois a verdade alcança todos os que se abrem ao eterno (Salmo 116, 1).

II
Memor ero Rahab et Babylonis scientium me ecce alienigenae et Tyrus et populus Aethiopum hi fuerunt illic. (Psalmus LXXXVI, IV)
3. A memória do princípio alcança todos os povos, pois a origem não se limita, mas se reconhece em toda parte onde há abertura interior (Salmo 86, 4).

Numquid Sion dicet homo et homo natus est in ea et ipse fundavit eam Altissimus. (Psalmus LXXXVI, V)
4. O verdadeiro nascimento acontece na elevação do ser, onde o fundamento não é humano, mas procede da fonte suprema (Salmo 86, 5).

R. Laudate Dominum omnes gentes laudate eum omnes populi. (Psalmus CXVI, I)
R. Louvai o Senhor, todas as nações, proclamai-o todos os povos, pois a verdade alcança todos os que se abrem ao eterno (Salmo 116, 1).

III
Dominus narrabit in scripturis populorum et principum horum qui fuerunt in ea. (Psalmus LXXXVI, VI)
5. Aquilo que é inscrito na realidade essencial permanece além do tempo, sendo reconhecido por todos os que participam dessa origem (Salmo 86, 6).

Sicut laetantium omnium habitatio est in te. (Psalmus LXXXVI, VII)
6. A plenitude manifesta-se como alegria silenciosa, onde o ser encontra sua morada naquilo que não se dissolve (Salmo 86, 7).

R. Laudate Dominum omnes gentes laudate eum omnes populi. (Psalmus CXVI, I)
R. Louvai o Senhor, todas as nações, proclamai-o todos os povos, pois a verdade alcança todos os que se abrem ao eterno (Salmo 116, 1).

IV
Gloriosa dicta sunt de te civitas Dei quae manet in fundamento quod non transit. (Psalmus LXXXVI, III)
7. A realidade que permanece revela sua glória na estabilidade do ser, sustentado por aquilo que não passa (Salmo 86, 3).

Dominus diligit locum ubi veritas habitat et ubi o ser se reconhece no que é eterno. (Psalmus LXXXVI, II)
8. O amor pelo princípio manifesta-se onde a verdade é reconhecida interiormente e permanece sem ruptura (Salmo 86, 2).

R. Laudate Dominum omnes gentes laudate eum omnes populi. (Psalmus CXVI, I)
R. Louvai o Senhor, todas as nações, proclamai-o todos os povos, pois a verdade alcança todos os que se abrem ao eterno (Salmo 116, 1).

Reflexão:
O fundamento verdadeiro não se encontra no que muda, mas naquilo que permanece.
A origem sustenta o ser mesmo quando tudo parece disperso.
Aquele que reconhece essa base não se perde nas variações externas.
Há uma estabilidade que não depende de circunstâncias, mas de alinhamento interior.
O que é essencial se manifesta de forma silenciosa e constante.
A alegria surge quando o ser encontra sua morada no que não se dissolve.
A verdade não se limita, mas se revela a todos que se dispõem a escutar.
Assim, o caminho se firma na permanência do que é eterno.

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sexta-feira, 24 de abril de 2026

Salmo responsorial Sl 41(42),2 - 27.04.2026

Segunda-feira, 27 de Abril de 2026
4ª Semana da Páscoa


Psalmus Responsorius, XLI XLII et XLIII

I
Quemadmodum desiderat cervus ad fontes aquarum ita desiderat anima mea ad te Deus. (Psalmus XLI, II)
1 Assim como o cervo anseia pelas fontes das águas, minha interioridade se inclina para Ti, buscando a origem que sustenta todo o ser (Salmo 41, 2).

Sitivit anima mea ad Deum fortem vivum quando veniam et apparebo ante faciem Dei. (Psalmus XLI, III)
2 Minha alma tem sede do Deus vivo e verdadeiro, ansiando manifestar-se diante da presença que não se oculta ao coração atento (Salmo 41, 3).

R. Sitivit anima mea ad Deum vivum.
R. A minha alma tem sede do Deus vivo (Salmo 41, 3).

II
Emitte lucem tuam et veritatem tuam ipsa me deduxerunt et adduxerunt in montem sanctum tuum et in tabernacula tua. (Psalmus XLII, III)
3 Envia tua luz e tua verdade, pois elas conduzem o ser ao encontro do que é elevado e permanente, onde habita a plenitude (Salmo 42, 3).

R. Sitivit anima mea ad Deum vivum.
R. A minha alma tem sede do Deus vivo (Salmo 41, 3).

III
Et introibo ad altare Dei ad Deum qui laetificat iuventutem meam. (Psalmus XLII, IV)
4 Aproximo-me do que é essencial, onde a alegria se renova continuamente na fonte que não se esgota (Salmo 42, 4).

R. Sitivit anima mea ad Deum vivum.
R. A minha alma tem sede do Deus vivo (Salmo 41, 3).

IV
Confitebor tibi in cithara Deus Deus meus quare tristis es anima mea et quare conturbas me. (Psalmus XLI, V)
5 Elevo o reconhecimento ao princípio que me sustenta, e o interior encontra ordem quando se volta àquilo que permanece além das inquietações (Salmo 41, 5).

Spera in Deo quoniam adhuc confitebor illi salutare vultus mei et Deus meus. (Psalmus XLI, VI)
6 Confia naquele que é fonte do ser, pois nele a consciência encontra restauração e clareza que não se perde (Salmo 41, 6).

R. Sitivit anima mea ad Deum vivum.
R. A minha alma tem sede do Deus vivo (Salmo 41, 3).

Reflexão:
A sede interior revela a origem que chama silenciosamente o ser.
O movimento autêntico não busca fora aquilo que já o sustenta.
Há uma orientação profunda que conduz além das oscilações.
A luz reconhecida dissolve a confusão que nasce da dispersão.
O retorno ao essencial restabelece a inteireza do ser.
A presença que sustenta não depende do tempo que passa.
Quando o interior se alinha, a inquietação perde sua força.

Assim, o caminho se revela como permanência na fonte que nunca se esgota.

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