sábado, 31 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 22(23) - 02.11.2026

Segunda-feira, 2 de Novembro de 2026
Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos, Ano A



Psalmus XXII, I-III, IV, V, VI (R. I vel IVa)

Salmo responsorial Sl 22(23),1-3.4.5.6 (R. 1 ou 4a)

R. Dominus regit me, et nihil mihi deerit. (Psalmus XXII, I)

R. O Senhor me conduz, nada me faltará. (Salmo 22(23),1)

I. Dominus regit me, et nihil mihi deerit.

1. O Senhor me conduz e nada me faltará. Sob seu cuidado, minha existência encontra amparo e repouso, pois sua presença sustenta todo o meu caminho.

II. in loco pascuæ, ibi me collocavit. Super aquam refectionis educavit me;

2. Em verdes campos me faz repousar e conduz-me às águas tranquilas, onde minha alma encontra renovação e acolhimento.

III. animam meam convertit. Deduxit me super semitas justitiæ propter nomen suum.

3. Restaura minha alma e guia-me pelas veredas da justiça, por causa de seu nome. Sua presença orienta meu ser e reconduz minha interioridade ao caminho da verdade.

R. Dominus regit me, et nihil mihi deerit. (Psalmus XXII, I)

R. O Senhor me conduz, nada me faltará. (Salmo 22(23),1)

IV. Nam etsi ambulavero in medio umbræ mortis, non timebo mala, quoniam tu mecum es. Virga tua, et baculus tuus, ipsa me consolata sunt.

4. Mesmo que eu caminhe pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo. Teu cajado e teu báculo são meu amparo e minha consolação.

R. Dominus regit me, et nihil mihi deerit. (Psalmus XXII, I)

R. O Senhor me conduz, nada me faltará. (Salmo 22(23),1)

V. Parasti in conspectu meo mensam adversus eos qui tribulant me; impinguasti in oleo caput meum: et calix meus inebrians, quam præclarus est!

5. Preparas uma mesa diante de mim, à vista daqueles que me afligem. Unges minha cabeça com óleo, e meu cálice transborda de abundância. Tua generosidade manifesta a plenitude de teu cuidado.

R. Dominus regit me, et nihil mihi deerit. (Psalmus XXII, I)

R. O Senhor me conduz, nada me faltará. (Salmo 22(23),1)

VI. Et misericordia tua subsequetur me omnibus diebus vitæ meæ; et ut inhabitem in domo Domini in longitudinem dierum.

6. Tua misericórdia me acompanhará por todos os dias de minha vida, e habitarei na casa do Senhor por toda a extensão dos dias. Em tua presença, minha existência encontra morada e sua plenitude permanece em ti.

R. Dominus regit me, et nihil mihi deerit. (Psalmus XXII, I)

R. O Senhor me conduz, nada me faltará. (Salmo 22(23),1)

Reflexão:

  A presença de Deus sustenta a existência para além das mudanças e incertezas do caminho.
A alma encontra repouso quando reconhece naquele que a conduz a origem de todo bem.
Mesmo diante da sombra da morte, a confiança permanece, pois Deus não abandona aquele que lhe pertence.
O instante presente torna-se lugar de encontro com a presença que não passa.
A consolação divina fortalece a interioridade e concede firmeza diante das adversidades.
A misericórdia acompanha cada passo e revela que a vida está envolvida pelo cuidado eterno.
Habitar na casa do Senhor significa encontrar nele o sentido e a realização de todo o ser.
Assim, conduzida por Deus, a existência caminha para a plenitude que tem nele seu princípio e sua morada.

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Salmo responsorial Sl 23(24) - 01.11.2026

Domingo, 1 de Novembro de 2026
Todos os Santos, Solenidade, Ano A
31ª Semana do Tempo Comum



Psalmus XXIII(XXIV), I-II. III-IVa-b. V-VI

Salmo 23(24),1-2.3-4ab.5-6

I. Domini est terra, et plenitudo ejus; orbis terrarum, et universi qui habitant in eo. (Psalmus XXIII(XXIV), I)

1. Do Senhor é a terra e tudo o que nela existe, o mundo inteiro e todos os que nele habitam. (Salmo 23(24),1)

II. Quia ipse super maria fundavit eum, et super flumina præparavit eum. (Psalmus XXIII(XXIV), II)

2. Foi ele quem a firmou sobre os mares e a estabeleceu sobre as águas dos rios. (Salmo 23(24),2)

R. Hæc est generatio quærentium eum, quærentium faciem Dei Jacob. (Psalmus XXIII(XXIV), VI)

R. Esta é a geração dos que o procuram, dos que buscam a face do Deus de Jacó. (Salmo 23(24),6)

III. Quis ascendet in montem Domini? aut quis stabit in loco sancto ejus? (Psalmus XXIII(XXIV), III)

3. Quem poderá subir à montanha do Senhor? Quem permanecerá em seu lugar santo? (Salmo 23(24),3)

IVa-b. Innocens manibus et mundo corde, qui non accepit in vano animam suam. (Psalmus XXIII(XXIV), IVa-b)

4. Aquele que tem as mãos inocentes e o coração puro, que não entrega sua alma à falsidade. (Salmo 23(24),4ab)

R. Hæc est generatio quærentium eum, quærentium faciem Dei Jacob. (Psalmus XXIII(XXIV), VI)

R. Esta é a geração dos que o procuram, dos que buscam a face do Deus de Jacó. (Salmo 23(24),6)

V. Hic accipiet benedictionem a Domino, et misericordiam a Deo salutari suo. (Psalmus XXIII(XXIV), V)

5. Este receberá a bênção do Senhor e a misericórdia de Deus, seu Salvador. (Salmo 23(24),5)

VI. Hæc est generatio quærentium eum, quærentium faciem Dei Jacob. (Psalmus XXIII(XXIV), VI)

6. Esta é a geração dos que o procuram, dos que buscam a face do Deus de Jacó. (Salmo 23(24),6)

R. Hæc est generatio quærentium eum, quærentium faciem Dei Jacob. (Psalmus XXIII(XXIV), VI)

R. Esta é a geração dos que o procuram, dos que buscam a face do Deus de Jacó. (Salmo 23(24),6)

Reflexão:

  A terra inteira pertence ao Senhor, e toda existência encontra nele sua origem e seu fundamento.
Nada permanece fora de sua presença, pois tudo recebe dele a própria possibilidade de ser.
Subir à montanha do Senhor significa voltar o coração para a verdade que sustenta a vida.
A pureza interior nasce quando as intenções se tornam íntegras diante daquele que conhece o íntimo do ser.
As mãos inocentes expressam uma existência cuja ação permanece em harmonia com a verdade acolhida no coração.
A bênção divina não é apenas recompensa futura, mas presença que fecunda e orienta o instante vivido.
Aqueles que procuram a face de Deus descobrem que sua busca já os conduz para mais perto da origem.
E, nessa presença, a existência encontra sua plenitude, pois o Eterno se deixa acolher no íntimo de cada instante.

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sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 41(42) - 31.10.2026

Sábado, 31 de Outubro de 2026
30ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus XLI, II. III. Vbcd

Salmo 41(42), 2.3.5bcd

R. Sitivit anima mea ad Deum fortem, vivum. (Psalmus XLI, IIIa)

R. Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. (Salmo 41(42),3a)

II. Quemadmodum desiderat cervus ad fontes aquarum, ita desiderat anima mea ad te, Deus.

2. Como a corça anseia pelas fontes das águas, assim minha alma anseia por ti, ó Deus. (Salmo 41(42),2)

III. Sitivit anima mea ad Deum fortem, vivum; quando veniam, et apparebo ante faciem Dei?

3. Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. Quando irei e me apresentarei diante da face de Deus? (Salmo 41(42),3)

R. Sitivit anima mea ad Deum fortem, vivum. (Psalmus XLI, IIIa)

R. Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. (Salmo 41(42),3a)

Vbcd. In voce exsultationis et confessionis, sonus epulantis.

5bcd. Entre vozes de júbilo e louvor, ressoa o canto de uma multidão em festa. (Salmo 41(42),5bcd)

R. Sitivit anima mea ad Deum fortem, vivum. (Psalmus XLI, IIIa)

R. Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. (Salmo 41(42),3a)

Reflexão:

  A sede da alma revela que sua origem ultrapassa tudo aquilo que a existência passageira pode oferecer.
O desejo de Deus nasce no íntimo do ser e orienta sua busca para a fonte da vida.
Mesmo quando a presença parece distante, o anseio permanece como sinal de uma relação que não se extingue.
A memória recolhe a experiência da comunhão e devolve profundidade ao instante presente.
A alegria verdadeira não depende da ausência de dificuldades, mas da proximidade interior com o Eterno.
A alma encontra firmeza quando não permite que as circunstâncias determinem a verdade de sua esperança.
Cada instante pode tornar-se lugar de encontro, quando o coração se volta inteiramente para Deus.
E a sede que conduz a Ele encontra, na própria presença divina, sua plenitude.

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quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 110 (111) - 30.10.2026

Sexta-feira, 30 de Outubro de 2026
30ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus CX (CXI), I-II.III-IV.V-VI

Salmo responsorial Sl 110 (111), 1-2.3-4.5-6 (R. 2a)

R. Magna sunt opera Domini. (Psalmus CX, IIa)

R. Grandes são as obras do Senhor. (Salmo 110 (111), 2a


I. Alleluja. Confitebor tibi, Domine, in toto corde meo, in consilio justorum, et congregatione.

1. Aleluia. De todo o coração vos darei graças, Senhor, na assembleia dos justos e na congregação dos fiéis. (Salmo 110 (111), 1)

II. Magna opera Domini: exquisita in omnes voluntates ejus.

2. São grandiosas as obras do Senhor, dignas de serem contempladas por todos os que nelas encontram sua alegria. (Salmo 110 (111), 2)

III. Confessio et magnificentia opus ejus, et justitia ejus manet in sæculum sæculi.

3. Sua obra é esplendor e majestade, e sua justiça permanece pelos séculos sem fim. (Salmo 110 (111), 3)

IV. Memoriam fecit mirabilium suorum, misericors et miserator Dominus.

4. O Senhor deixou a memória de suas maravilhas. Ele é misericordioso e compassivo. (Salmo 110 (111), 4)

V. Escam dedit timentibus se; memor erit in sæculum testamenti sui.

5. Deu alimento aos que o temem e jamais se esquecerá de sua aliança, que permanece eternamente. (Salmo 110 (111), 5)

VI. Virtutem operum suorum annuntiabit populo suo,

6. Manifestou ao seu povo a força de suas obras. (Salmo 110 (111), 6)

Reflexão:

  As obras do Senhor revelam a presença que sustenta toda a existência.
Na interioridade, o coração reconhece a origem de todo bem.
A grandeza divina manifesta-se no instante acolhido com reverência.
Sua misericórdia sustenta o ser e ilumina o caminho da existência.
A memória de suas maravilhas conserva viva a certeza de sua fidelidade.
Aquele que recebe seu alimento aprende a permanecer na confiança.
A eternidade se anuncia na permanência daquilo que procede de Deus.
E cada instante torna-se lugar de gratidão, reconhecimento e plenitude.

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quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 143(144) - 29.10.2026

Quarta-feira, 28 de Outubro de 2026
Santos Simão e Judas, Apóstolos, Festa, Ano A
30ª Semana do Tempo Comum



Psalmus CXLIII, I, II, IX–X (R. I a)

Salmo 143(144), 1, 2, 9–10 (R. 1a)

I. Benedictus Dominus Deus meus, qui docet manus meas ad prælium, et digitos meos ad bellum. (Ps. CXLIII, I)

1. Bendito seja o Senhor, meu Deus, que prepara minhas mãos para o combate e meus dedos para a batalha. (Sl 143(144), 1)

II. Misericordia mea et refugium meum; susceptor meus et liberator meus; protector meus, et in ipso speravi, qui subdit populum meum sub me. (Ps. CXLIII, II)

2. Ele é minha misericórdia e meu refúgio, meu amparo e meu salvador, meu protetor, em quem depositei minha confiança, aquele que submete meu povo ao meu domínio. (Sl 143(144), 2)

IX. Deus, canticum novum cantabo tibi; in psalterio decachordo psallam tibi. (Ps. CXLIII, IX)

9. Ó Deus, cantarei para ti um cântico novo e te louvarei ao som da harpa de dez cordas. (Sl 143(144), 9)

X. Qui das salutem regibus, qui redemisti David servum tuum de gladio maligno, (Ps. CXLIII, X)

10. Tu, que concedes a vitória aos reis e livraste da espada cruel teu servo Davi. (Sl 143(144), 10)

Reflexão:

  A presença do Eterno sustenta o ser e ilumina a realidade de cada instante.
Aquele que reconhece sua origem encontra em Deus o fundamento de sua existência.
As mãos instruídas pelo Senhor expressam a disposição de agir segundo a verdade.
O refúgio divino permanece como firmeza quando as circunstâncias se tornam incertas.
A confiança amadurece quando a consciência deixa de depender apenas do que passa.
O cântico novo nasce quando o ser reconhece a presença recebida como dom.
A gratidão transforma a experiência do instante em reconhecimento da bondade eterna.
Na plenitude da presença, cada ato sincero torna-se expressão da comunhão com Deus.

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terça-feira, 27 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 18(19A) - 28.10.2026

 Quarta-feira, 28 de Outubro de 2026

Santos Simão e Judas, Apóstolos, Festa, Ano A
30ª Semana do Tempo Comum



Psalmus XVIII, II–V (R. V a)

Salmo responsorial 18(19A), 2–3.4–5 (R. 5a)

R. In omnem terram exivit sonus eorum. (Ps XVIII, V a)

R. Seu anúncio ressoa e se espalha por toda a terra. (Sl 18(19A), 5a)

II. Caeli enarrant gloriam Dei, et opera manuum ejus annuntiat firmamentum. (Ps XVIII, II)

2. Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de suas mãos. (Sl 18(19A), 2)

III. Dies diei eructat verbum, et nox nocti indicat scientiam. (Ps XVIII, III)

3. Um dia transmite ao outro esta mensagem, e uma noite revela à outra este conhecimento. (Sl 18(19A), 3)

IV. Non sunt loquelae, neque sermones, quorum non audiantur voces eorum. (Ps XVIII, IV)

4. Não há linguagem nem palavras cuja voz não possa ser ouvida. (Sl 18(19A), 4)

V. In omnem terram exivit sonus eorum, et in fines orbis terrae verba eorum. (Ps XVIII, V)

5. Por toda a terra ressoa seu anúncio, e até os confins do mundo chega sua mensagem. (Sl 18(19A), 5)

R. In omnem terram exivit sonus eorum. (Ps XVIII, V a)

R. Seu anúncio ressoa e se espalha por toda a terra. (Sl 18(19A), 5a)

Reflexão:

  A criação proclama silenciosamente a glória daquele que sustenta toda existência.

  Cada dia revela a continuidade de uma presença que jamais deixa de agir.

  O silêncio interior permite acolher a sabedoria que ultrapassa as palavras.

  A harmonia dos céus convida o ser humano a reconhecer sua origem divina.

  A contemplação transforma a atenção ao mundo em reconhecimento da presença do Criador.

  A serenidade amadurece quando a alma acolhe cada instante com reverência.

  No presente, a eternidade se deixa entrever como fundamento vivo da existência.

  Em Deus, origem e plenitude se encontram, e o coração descobre seu verdadeiro repouso.

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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Salmo responsorial Sl 127(128) - 27.10.2026

Terça-feira, 27 de Outubro de 2026

30ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)



Psalmus Responsorius CXXVII, I–II, III, IV–V (R. I a)

I

I. Beati omnes qui timent Dominum, qui ambulant in viis ejus. (Psalmus CXXVII, I)

1. Felizes todos os que reverenciam o Senhor e caminham por seus caminhos. (Salmo 127, 1)

II. Labores manuum tuarum quia manducabis: beatus es, et bene tibi erit. (Psalmus CXXVII, II)

2. Comerás do fruto do trabalho de tuas mãos; serás feliz, e tudo te correrá bem. (Salmo 127, 2)

R. Beati omnes qui timent Dominum.

Felizes todos os que reverenciam o Senhor. (Salmo 127, 1a)

II

III. Uxor tua sicut vitis abundans in lateribus domus tuæ; filii tui sicut novellæ olivarum in circuitu mensæ tuæ. (Psalmus CXXVII, III)

3. Tua esposa será como videira fecunda no interior de tua casa; teus filhos, como brotos de oliveira ao redor de tua mesa. (Salmo 127, 3)

R. Beati omnes qui timent Dominum.

Felizes todos os que reverenciam o Senhor. (Salmo 127, 1a)

III

IV. Ecce sic benedicetur homo qui timet Dominum. (Psalmus CXXVII, IV)

4. Assim será abençoado aquele que reverencia o Senhor. (Salmo 127, 4)

V. Benedicat tibi Dominus ex Sion, et videas bona Jerusalem omnibus diebus vitæ tuæ. (Psalmus CXXVII, V)

5. Que o Senhor te abençoe desde Sião e te conceda contemplar os bens de Jerusalém durante todos os dias de tua vida. (Salmo 127, 5)

R. Beati omnes qui timent Dominum.

Felizes todos os que reverenciam o Senhor. (Salmo 127, 1a)

Reflexão:

O instante se torna pleno quando a interioridade se abre à presença do Senhor.
A reverência divina orienta os passos e harmoniza o coração com o eterno.
O trabalho encontra sentido quando suas raízes repousam na presença que sustenta toda existência.
A bênção floresce no íntimo e se manifesta naquilo que amadurece sob o olhar de Deus.
A casa torna-se morada de paz quando cada gesto nasce de uma consciência recolhida.
O tempo vivido com sabedoria revela a profundidade que une origem e plenitude.
Contemplar os bens do Senhor é reconhecer sua presença no próprio ato de existir.
Assim, cada instante acolhido na presença divina torna-se caminho para a plenitude.

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